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Em artigo publicado na revista Pátio – número 79, agosto/outubro de 2016 – Luca Rischbieter, sócio e pedagogo da Casa Labirinto, fala sobre a trajetória e as ideias de Jerome Bruner, recentemente falecido, e que ele chama de “o último gigante da psicologia”. Leia aqui o começo do artigo e acesse o link para o texto completo:

Seymour Brunner

No dia 5 de junho deste ano, faleceu o último integrante do “quarteto fantástico” da psicologia da aprendizagem: Jerome Seymour Bruner. Norte-americano, nascido em Nova York, em 15 de outubro de 1915, Bruner foi um dos grandes nomes da área, ao lado de Henri Wallon, Jean Piaget e Lev Vygotsky. Entre suas obras que chegaram ao Brasil, três foram publicadas pela Editora Artmed: Realidade mental: mundos possíveis, Atos de significação, ambas em 1997, e A cultura da educação, em 2001.

Bruner deixou sua marca em praticamente todas as etapas e debates importantes da psicologia. Não é nada simples resumir sua trajetória secular, marcada pela abertura à cultura e ao diálogo com todos os campos do conhecimento. Tentarei fazê-lo aqui, ousando dividir em quatro etapas ou campos principais sua vastíssima obra, apresentada principalmente em uma série de livros compostos por ensaios brilhantes.

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